terça-feira, 21 de julho de 2009

Ele veio com passos ritmados...

E tudo foi acontecendo, reconstruindo-se... Tu te reaproximaste com aquele jeito extrovertido, interessado. Mostraste que estavas disposto a tentar mais uma vez, mesmo sendo pra ti um risco.
E eu fui e estou aprendendo a amar cada momento contigo,cada gargalhada, cada cara de ciúme, cada passo de dança que juntos nós criamos, cada beijo no meu rosto sentido, cada calor dos teus lábios extraído. Está sendo perfeito cada situação que estamos passando, porque agora sabemos a importância que elas têm.
É momento de viver o que no passado não fizemos, de sorrir a cada olhar cruzado, a cada mão que acaricia o rosto, a cada centímetro do corpo tocado.
Ah, eu estou tão FELIZ!
Porque agora eu quiz estar contigo, porque agora a vida nos deu essa nova chance que eu nem esperava ter e querer ter.
Está sendo mágico amor, e nós dois, mais do que ninguém, sabemos disso.
É tão bom te ter por perto, saber que desta vez sentimos a mesma intensidade dos momentos, a mesma sensação quando nos vemos, nos tocamos...
Agora já são outros tempos, muito mais maturidade, mas as mesmas carinhas de sempre (e que bom sinal que o tempo passou, ficmaos mais velhos mas continuamos novinhos hehe).
Temos nas mãos tudo o que é necessário para nunca chegar ao fim, apenas ir aprimorando nossos caminhos.
Eu te amo e hoje podemos viver cada minuto sem ter medo de nada, apenas com a felicidade de dar as mãos e poder ver o mesmo caminho, que de hoje em diante será percorrido e construído com responsabilidade, amor e respeito.
Para o namorado mais fofo do mundo e que está a cada dia tranformando minha vida mais colorida e com sentido.


Cristchian *-*




segunda-feira, 13 de julho de 2009

DESAFIO

Gente eu fui desafiada pela Sofia do blog TP- Teens Princess

Tenho que mecionar quem ofereceu o selo: http://jovensprincesas.blogspot.com/

Completar a frase: " Eu sou a luz e quero iluminar ... quem necessitar dela!"

Passar o selo a 5 blogs que se considere de luz avizando-os da oferta : Vou colocar aqui os que mais visito e os que considero trazer um conteúdo muito bom para um crescimento pessoal vale muito a pena passar por lá.

Oi pessoinhas

Porque paciência tem limite

Superlativos

Clarice Lispector

Solstícios

quarta-feira, 8 de julho de 2009

A chuva


Na posição em que me encontro a visão está embaçada.
São fios desalinhados, imagens cinzentas que,
por detrás de um vidro desenhado com gotas d'agua transformam-se em nada...
Sinto minha vida ao ver as imagens,
é como se a cada gota que toca o vidro um pedaço fosse se dilacerando.
O único barulho que ouço é o dos carros.
A luz que agora ilumina é aquela, já escurecida, do dia.
E minha cabeça dói,
parece que uma revolta está dentro dela.
Sinto meu corpo tremer,
sinto a janela bater,
e uma gota agora tocou meu rosto.
Elas já não estão mais lá fora.
Estão entrando aos poucos,e eu estou com medo.
Está gelado, muito frio aqui.
-Fecha essa janela!
-Não quero mais sentir que estou com frio...
Quero apenas aconchego.
Quero chocolate quente.
Quero leitura.
Quero calor humano.
Quero calmaria de uma dia chuvoso...

sábado, 4 de julho de 2009

Não pensei que fosse agora...


Ah eu andava um pouco afastada daqui, é que além de muito atarefada na faculdade com apresentação do projeto de pesquisa para meu TCC, apresentação interdisciplinar do portfólio, fichamento entre outras coisas eu acabei sem motivação pra escrever. Sei lá, afinal as únicas pessoas que têm passado por aqui são a Paty e a Bia, mas também nem eu tenho passado nos outros blogs, enfim, estive e ainda estou em uma fase retraída.
Mas, infelizmente ontem ocorreu um fato que me deixou muito triste e chateada.
Não vem ao caso comentar aqui o que ocorreu, mas cabe ressaltar o que estou sentindo no momento, afinal meu blog serve pra isso.
As palavras para mim sempre foram aliadas, minha capacidade de expressão através delas, principalmente em relação aos meus sentimentos, sempre foi notável e não comento esse fator ligado a mim como auto-suficiência, mas como forma de mostrar que com elas me sinto bem e mais compreendida.
Entretanto, ontem elas acabaram comigo, tudo o que as palavras poderiam de bom ou ruim expressar foram por água abaixo. Nada do que elas pudessem alcançar teriam força o suficiente para superar o que senti naquele momento e o que ainda sinto agora. E pela primeira vez, de fato, eu desisti de usá-las.
Percebi o momento de calar, e o fiz.
Mas como no blog isso não acontece, porque ao menos aqui estou desabafando, e então faço questionamentos a mim própria, sobre a força que as palavras têm em todos os seus âmbitos, seja a palavra escrita, seja na oralidade, seja nos pensamentos, seja nos sentimentos, seja da boca dos outros, seja da nossa, sejam pensamentos formados, idéias pré-conceituadas, sejam pensamentos que foram refletidos, intencionadas ou não, tudo o que está ligado à comunicação expressiva.
Que força eles têm? Até que ponto somos afetados por elas? Até que ponto magoa?
Pois bem, percebi que magoa quando vêm de quem amamos, quando vem com a sensação de decepção. Muitas vezes as palavras vêm para magoar e, como já foi dito antes, elas podem doer mais que uma pedra jogada. Em outros momentos nos magoam sem intencionalidade para tal.
Intencionadas ou não, com palavras duras ou não, elas têm poder. Têm o poder de mudar o mundo, de mover multidões, de calar o mais auto-suficiente, de mudar conceitos, de também confirmá-los, elas podem destruir vidas, mas podem também salvá-las. Podem construir castelos com bons argumentos, mas têm o poder de destruí-los em poucos minutos.
Enfim, as palavras, que sempre foram minhas aliadas, acabaram por me abandonar.
E hoje posso dizer que estou sem elas para expressar o que sinto. Vieram até mim com a notícia e me disseram: Agora é contigo, assimila e escolhe o caminho.
Resolvi escolher caminho algum. Acho que no fundo preciso das palavras certas na hora certa de alguém correto.
Preciso apenas entender o porquê delas hoje parecerem não ter tido sentido há um tempo. Porque agora elas parecem não ter força para a pessoa certa.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Falsidade



Eu tento entender certas situações, certos sentimentos, e é um pouco difícil sabe. Isso porque eu sempre fui uma pessoa humilde, e acho que é aí que peco imensamente.
Semana passada passei por uma situação que me fez refletir e me forçou a chorar muito. Fiquei com raiva de mim, isso porque mais uma vez pela minha “humildade” deixei que certo número de pessoas falassem o que queriam para mim e não agi como deveria. Senti vergonha por ser fraca, por ser boba, por ser acessível demais.
Foi então que me questionei: Porque as pessoas têm inveja? Até que ponto a felicidade de alguém, ou o sucesso de alguém pode afetar o ego alheio?
Pois bem, eu fico indignada no poder que as pessoas têm de tentar derrubar os outros. Vivo em um ninho de cobras e, me respondam: Existe a possibilidade de sair de lá sem uma picada? Ou pior, será que o veneno poderá me derrubar?
Não sei, talvez sim, talvez não. Mas o que me garante dizer que vou chegar até o fim? Será que vale a pena? Será que o amor pelo que faço e o sonho de encontrar minha melhor amiga podem ser maiores que meu orgulho e amor próprio? Ao mesmo tempo, será que essa vontade tão grande que eles têm de me derrubar não seria um combustível a mais para fazer a máquina andar melhor?
Não sei, só sei que não tenho vontade de estar lá, não consigo mais olhar nos olhos daquela gente porque não sei jogar naquela imundice ética em que se transformaram aquelas pessoas. Magoa ver que aqui ninguém esta salvo desse vírus que parece já estar banalizado.
Por isso me afasto, vivo num mundo à parte. Quero distancia dessa câmara fria onde parecem todos estarem sentindo calor, mas onde cada milímetro daqueles corpos esta morrendo pelo veneno que percorre a cada palavra mal intencionada, a cada ação pensada com intuito maldoso.
Queria apenas não sofrer por isso, queria não me importar, queria estar imune a cada sensação de virar as costas e estar sendo apontada. Munidinho a parte ou não, na maioria das vezes sinto que quem vive nesse mundo “falso moralista” vive mais feliz, eu é que levo as verdades como lei, e o respeito como caminho. Talvez por isso me sinta tão sozinha e deslocada nesse meio.
Como diz Cervantes “A verdade alivia mais do que magoa. E estará sempre acima de qualquer falsidade como o óleo sobre a água.”